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História dos testes psicológicos: origens e transformações

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  • Tema: Avaliação psicológica
  • ISBN: 978-85-7585-459-4
  • Edição: 1ª Edição
  • Ano de Publicação: 2011
  • Tamanho: 14 X 21 cm
  • Páginas:  154

Este livro aborda as origens dos testes psicológicos e as transformações das concepções originais à medida que são levadas para contextos históricos e sociais diversos. Trata-se de um convite para refletir sobre a conformação do campo do exame psicológico, de suas origens aos dias atuais, de extrema relevância para docentes, estudantes e profissionais da área.

Maria Cecilia de Vilhena Moraes Silva

Prólogo (pág. 11)

 

1. Conhecer é medir: Francis Galton – 1822-1911 (pág. 19)

O menino prodígio (pág. 19)

Década de 1840: fracasso e hedonismo (pág. 22)

Década de 1850: o geógrafo (pág. 26)

Década de 1860: a grande guinada (pág. 29)

A missão (pág. 31)

Considerações sobre a trajetória (pág. 38)

O legado de Galton (pág. 48)

 

2. Conhecer é compreender: Alfred Binet – 1857-1911 (pág. 51)

À procura de uma vocação (pág. 51)

A formação do psicólogo (pág. 52)

Um pesquisador livre (pág. 56)

A Escala Binet-Simon (pág. 62)

Considerações sobre a trajetória (pág. 66)

O legado de Binet (pág. 70)

 

3. Da Europa para os Estados Unidos: diferenças e distorções (pág. 73)

A psicologia nos Estados Unidos: os usos sociais da psicometria (pág. 75)

 

4. A investigação da personalidade (pág. 85)

Desenvolvimentos na Europa continental (pág. 85)

Desenvolvimentos nos Estados Unidos (pág. 88)

 

5. Os testes psicológicos chegam ao Brasil (pág. 95)

 

6. Da aproximação à reificação (pág. 103)

 

7. Técnicas para medir, técnicas para compreender (pág. 115)

Natureza dos instrumentos (pág. 116)

Fundamentação dos instrumentos (pág. 116)

Concepção de aspectos cognitivos e de personalidade (pág. 117)

Características dos tipos de instrumentos criados (pág. 117)

Características da situação de aplicação (pág. 118)

Análise e natureza dos dados obtidos (pág. 120)

Critérios de validação dos instrumentos (pág. 123)

Considerações finais (pág. 127)

 

Notas (pág. 139)

Referências (pág. 149)

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