Teste de Cancelamento dos Sinos - Livro de Avaliação TCS-1
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Teste de Cancelamento dos Sinos (TCS-1 e TCS-2)
O Teste de Cancelamento dos Sinos (TCS-1 e TCS-2) é um instrumento neuropsicológico que avalia funções como atenção visual, heminegligência, velocidade de processamento e praxias. Sensível a alterações neurológicas, o teste é indicado para investigações clínicas e pesquisas com adultos entre 19 e 75 anos.
Para que serve o Teste de Cancelamento dos Sinos?
A proposta do TCS é identificar:
• Sinais leves ou moderados de heminegligência visual
• Déficits de atenção concentrada e seletiva
• Alterações na percepção visual e estratégias de busca espacial
• Comprometimento em quadros neurológicos moderados ou graves
A aplicação pode ser feita tanto em contextos clínicos quanto em estudos científicos.
Quais as diferenças entre TCS-1 e TCS-2?
Ambas as versões utilizam o mesmo conjunto de estímulos visuais. A diferença é que:
• TCS-2 inclui 16 estímulos adicionais para ampliar a complexidade e sensibilidade do teste
• A versão 2 permite análise mais refinada dos erros, com foco nos distratores específicos
Como funciona a aplicação?
• Aplicação individual
• Idade indicada: de 19 a 75 anos
• Escolaridade: baixa, intermediária ou alta
• Tempo de aplicação: ilimitado, porém deve ser registrado
• Pessoas sem alterações levam entre 1 a 5 minutos
O sujeito deve localizar e cancelar todos os sinos distribuídos aleatoriamente em uma folha, ignorando os demais objetos (distratores).
Como é feita a avaliação?
A avaliação é quantitativa e qualitativa:
Quantitativa
• Número total de omissões
• Total de erros (cancelamento de distratores)
• Tempo total de execução (dividido em dois momentos)
• Diferença entre omissões pré e pós pista (indicador de aproveitamento de dicas)
Qualitativa
• Análise da sequência de cancelamento, permitindo compreender a estratégia de busca visual
• Registros feitos por meio da folha de observação
• No TCS-2, há atenção especial aos erros envolvendo distratores específicos
Os resultados são interpretados com base em tabelas normativas em escore Z, considerando idade e escolaridade.
Quais os diferenciais do TCS?
• Avaliação não verbal e de fácil aplicação
• Sensível para diagnóstico de heminegligência
• Duas versões com diferentes níveis de complexidade
• Análise detalhada da atenção visual e estratégias de busca
• Útil em processos de reabilitação, triagens e diagnósticos neurológicos
Rochele Paz Fonseca
Psico´loga (UFRGS) e Fonoaudio´loga (ULBRA). Especialista em Neuropsicologia (CFFa). Mestre em Psicologia do Desenvolvimento (UFRGS). Doutora em Psicologia (Neuropsicologia), UFRGS / Universite´ de Montre´al. Po´s-Doutoramento em Neurocie^ncias e Psicologia Cli´nica (PUC-Rio), Neurorradiologia (UFRJ) e Cie^ncias Biome´dicas (Universite´ de Montre´al).
Professora Adjunta do Curso de Psicologia, Escola de Ciências da Saúde, Programa de Po´s-Graduac¸a~o em Psicologia (Cognic¸a~o Humana), PUCRS. Coordenadora do Grupo Neuropsicologia Cli´nica e Experimental (GNCE), PUCRS. Membro do Conselho Técnico-Científico da Rede Cie^ncia para a Educac¸a~o (CpE) e da Brazilian Neuropsychology Network. Pesquisadora produtividade 1D do CNPq. Editora (Brasil) da Revista Neuropsicologia Latinoamericana. Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp 2017-2019).
Caroline de Oliveira Cardoso
Psicóloga (PUCRS). Mestre e Doutora em Psicologia, com ênfase em Cognição Humana (PUCRS). Professora e pesquisadora do Curso de Psicologia da Universidade Feevale. Membro colaboradora do Grupo Neuropsicologia Clínica e Experimental da PUCRS.
Karin Zazo Ortiz
Fonoaudióloga (UNIFESP). Especialista, Mestre e Doutora em Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São Paulo. Pós-doutora em Neurociências no setor de neurologia do comportamento da UNIFESP-EPM. Fellow junto à University of Pittsburgh desde 2013. Professora associada do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de São Paulo e Chefe da Disciplina de Distúrbios da Comunicação Humana. Coordena o grupo de pesquisa de estudos em Neuropsicolingüística do CNPq.
Maria Alice de Mattos Pimenta Parente
Fonoaudióloga (PUC-SP). Doutora em Psicologia pela USP. Pós-doutoramentos em Montreal, Canadá (1990-1992); Universidade de Toulouse, França (2001-2002) e Universidade de Pequim, China (2005). Professora aposentada da UFRGS.
Yves Joanette
Fonoaudiólogo. Mestre, Doutor e Pós-Doutor em Neurociências. Diretor científico e Líder da Estratégia de pesquisas em demências do Canadian Institutes of Health Institutes – Instituto do envelhecimento Diretor de laboratório do Centre de Recherche de l’Institut Universitaire de Gériatrie de Montréal, Canada Professor titular, Faculdade de Medicina, Université de Montréal Membro do Conselho Mundial de Demência (Chair, World Dementia Council).
Louise Gauthier
Terapeuta ocupacional e Neurofisiologista (Université de Montréal). Doutorado em Neuropsicologia (Université de Montréal). Foi terapeuta ocupacional do Instituto de Reabilitaçãode Montreal e Professora associada da Faculdade de Medicina da McGill University, Diretora do Programa de Terapia Ocupacional.